Mamoplastia de aumento – Prótese de mama feminina

mamoplastia-de-aumentoA mamoplastia de aumento é um procedimento cirúrgico que tem como objetivo aumentar o volume das mamas e proporcionar um melhor contorno, firmeza e simetria para os seios através da inclusão de implantes mamários de silicone.

A cirurgia está indicada nos casos de AMASTIA (ausência congênita das mamas), HIPOMASTIA (volume diminuído das mamas), ASSIMETRIAS (mamas com tamanhos e formatos diferentes), nos casos de volume normal, mas quando há o DESEJO de aumento volumétrico das mamas, e nas RECONSTRUÇÕES MAMÁRIAS secundárias a um defeito morfológico deixado pela ressecção de uma cirurgia anterior.

Recentemente, podemos observar um aumento da procura pela mamoplastia de aumento em todo o mundo, justificada por um modismo internacional e um novo padrão de beleza das mamas, maiores e mais arredondadas. Hoje, além da evolução dos meios de fabricação das próteses, que são mais bem elaboradas e enquadradas dentro do mais alto padrão de qualidade, as técnicas cirúrgicas sofreram refinamentos que propiciam resultados estéticos cada vez melhores.

As mamoplastias estéticas podem ser realizadas a partir do completo desenvolvimento das mamas. Isto tem ocorrido mais precocemente nas últimas décadas devido às mudanças impostas pelas alterações dos hábitos de vida, como o uso frequente de hormônios femininos e o início precoce da atividade sexual, dentre outros fatores. Assim, a partir dos 14 a 15 anos já é possível operar as adolescentes com desenvolvimento completo das mamas, atendendo suas necessidades estéticas. Ao considerarmos o período de lactação, recomendamos aguardar pelo menos seis meses após interrompê-lo para programar sua cirurgia.

 

O material empregado na fabricação das próteses mamárias geralmente é um tipo de polímero sintético, inerte (não reativo), comprovadamente biocompatível, conhecido como SILICONE. É muito importante a afirmação de que o silicone não foi associado a doenças degenerativas articulares ou ao câncer de mama em nenhum estudo até o presente momento. O que ocorre é que ele poderia dificultar a identificação de uma lesão mamária inicial, mas com o controle através da mamografia periódica e o desenvolvimento de técnicas mais avançadas de avaliação, estes problemas são totalmente contornados.

Converse tudo isto com o seu cirurgião, esclarecendo todas as suas dúvidas e ponderando as particularidades de cada caso.

A troca das próteses mamárias, hoje em dia, somente é recomendada nos casos de ruptura, deformidades morfológicas, encapsulamento severo, infecção ou desenvolvimento de doenças mamárias incompatíveis com a permanência deste corpo estranho no organismo. O controle mamográfico e cirúrgico rigorosos irão detectar estas alterações, indicando a troca. Não há obrigatoriedade de troca a cada 10 anos.

A recomendação de se trocar a prótese mamária por volta de 10 anos da primeira cirurgia por parte das empresas fabricantes, justifica-se pelo desgaste natural da prótese que ocorre ao longo dos anos. Coincidentemente, após 10 anos, as mamas geralmente já apresentam alterações estéticas inerentes ao próprio envelhecimento biológico, algo inexorável e comum a todas as pessoas. Nessa época, juntamente com a troca da prótese, pode-se escolher outro tamanho ou até associar a pexia mamária (levantamento e correção da flacidez), caso, eventualmente, o paciente tenha amamentado, perdido peso, ou apenas desejar outro tamanho. Muitas pacientes, entretanto, mantém suas mamas saudáveis e bonitas por 10 anos após a cirurgia, e a troca das próteses não é mandatória.

 

Tanto a redução quanto o aumento das mamas preservam todas as suas funções. Lactação e sensibilidade são mantidas desde que estas condições já existam antes da cirurgia. Logo após a operação pode haver uma diminuição da sensibilidade que aos poucos irá retornando ao normal. Obviamente que nos casos de ablação da glândula mamária para tratamento de uma doença benigna ou maligna ou ainda nas grandes ressecções (chamadas gigantomastias) prévias, estas funções podem estar comprometidas.

É extremamente importante ressaltar que as assimetrias mamárias são muito frequentes, podendo ser decorrentes do formato assimétrico das mamas ou do tórax (em geral alterações congênitas). Assim, podemos dizer que a simetria das mamas nem sempre pode ser alcançada pela cirurgia, apesar de termos este objetivo. Se a própria natureza não as deixou idênticas, pode-se imaginar que este objetivo não é tão simples de ser alcançado.

Na primeira consulta, a cliente avalia, juntamente com o cirurgião, os diversos volumes de próteses mamárias, adequando seu desejo às possibilidades técnicas e ao conjunto estético corporal.

A técnica cirúrgica empregada depende fundamentalmente de uma discussão cuidadosa entre médico e paciente. Além do tipo de prótese de silicone, devem ser definidos a loja anatômica (local onde ficará alojada a prótese nas mamas) e o local da incisão (local por onde será inserida a prótese e ficará a cicatriz).

A prótese de silicone, basicamente, pode ser posicionada em três regiões diferentes: entre o tecido mamário e o músculo peitoral (subglandular), entre a fáscia do músculo peitoral e o músculo peitoral (posição subfascial), ou entre o músculo peitoral e a parede torácica (posição submuscular), que posiciona a prótese numa região mais profunda. A escolha da posição dependerá da espessura da pele e da quantidade de tecido mamário disponível para cobrir o implante, além da opinião da paciente em termos dos benefícios e riscos de cada abordagem.

A inclusão do implante de silicone pode ser realizada basicamente através de três vias de acesso: por uma pequena incisão no sulco abaixo das mamas, ao redor da aréola ou pela axila. Cada uma destas vias de acesso tem suas vantagens e desvantagens, que devem ser cuidadosamente discutidas entre cirurgião e paciente.

A dor após o implante de silicone é esperada, principalmente se a colocação do silicone for submuscular. A intensidade da dor vai depender da recuperação de cada pessoa. Para amenizá-la, seu médico irá receitar medicamentos específicos para essa finalidade. O inchaço, que acontece em função da manipulação cirúrgica, está sempre presente e costuma melhorar um mês após a cirurgia.

Consulte o seu cirurgião plástico e verifique qual o procedimento cirúrgico que estaria mais indicado para o seu caso.

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